Ameaça de agressão e de morte: mãe denuncia omissão a seu filho, aluno da escola estadual Antônio Rocha de Andrade, em Penha


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Uma grave denúncia chegou ao Penha Online vinda da mãe de um estudante da escola estadual Antônio Rocha de Andrade, situada no Gravatá de Penha. O caso chegou há três semanas e foi imediatamente levado à Secretaria de Educação de Santa Catarina, que até o momento desta publicação, não deu qualquer retorno. Diante da omissão na resposta, o portal traz na íntegra, o grito desta mãe, que pede socorro.
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“Meu filho estuda no período vespertino, tem 13 anos e está sendo constantemente ameaçado de agressão por parte de alguns alunos do horário matutino que têm entre 14, 15 e 16. Esses alunos ameaçaram meu filho, de que iriam na escola com uma turma para pegá-lo na hora da saída, até mandaram mensagem para meu filho o ameaçando de morte. Fiquei ciente do que estava acontecendo no dia 29/09, pois vi as mensagens que ele recebeu pelo Instagram. Fui até a escola e comuniquei a direção do que estava acontecendo, e que o motivo da briga se deu por causa de uma aluna que também estuda na escola. O meu filho falava com ela por amizade e o suposto namorado dela, não gostou e foi tirar satisfação por mensagens no Instagram, e ameaças de que iriam na saída da escola bater no meu filho. Nesse dia fui na escola no período da tarde e conversei com a direção, estava com muito medo de meu filho ser agredido na hora da saída, a escola me informou que estaria uma viatura da polícia na saída da escola naquele dia, porém meu instinto de mãe falou mais alto e eu fui na hora da saída buscar meu filho, porém não tinha nenhuma viatura e havia uma tropa de meninos para bater no meu filho, alunos que estudavam no outro período e alguns meninos de outras escolas. Quando vi aquela situação, defendi meu filho com gritos e mandei eles embora, porém a escola não fez muita coisa, então eu chamei a polícia e fiz o Boletim de Ocorrência. No dia seguinte fui até a escola e informei o ocorrido, porém nada resolvido, nem os pais dos alunos foram sequer chamados para reunião. Então fui buscando meu filho na escola, e achei que ele estava seguro, porém ele discutiu com um menino e esse menino também falou que ia bater nele. Hoje foi vários meninos para bater no meu filho, porém a escola não fez nada, nem me ligou. Meu filho chegou com febre e apavorado. E sofrendo ameaças por parte de meninos no Instagram. Amanhã irei no Conselho tutelar e no Ministério público, pois a escola tem que ser responsável pela integridade física do meu filho. Ele vai embora de ônibus escolar, e até chegar no ônibus, tem que andar um pedaço, e onde que a escola não tem controle de quem entra no ônibus, não tem visibilidade e nem segurança. Tem que ter uma patrulha escolar nessa escola, pois o nível de violência está alto nessa escola. O ano passado um funcionário foi agredido no rosto para defender um aluno que também estava na mesma situação do meu filho, meninos de outras escolas e de outros períodos indo para bater e arrumar brigas. Tem que ter uma patrulha escolar na entrada e saída, O ônibus tem que parar no portão de entrada da escola e não na lateral. Quando houver briga de alunos, o Conselho Tutelar e a polícia e os pais tem que ser acionado na hora. Não eles deixarem a criança apanhar, pode acontecer até o pior. O trauma que essa criança sofre, o medo, meu Deus…”, desabafou ela ao Penha Online.
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Ela e os pais de maneira geral pede muita atenção ao Governo do Estado de Santa Catarina.