[VÍDEO] De novo: morador do Gravatá de Penha denuncia esgoto escorrendo sobre a rua
Um morador do bairro Gravatá voltou a denunciar o vazamento de esgoto a céu aberto na Rua Joaquina Caldeira, em frente ao número 184, em Penha. O registro foi feito na manhã desta quarta-feira (26) e mostra água suja descendo pela via, situação que, segundo ele, ocorre com frequência.
.
O morador relatou a situação e desabafou: “Eles falam que está tudo 100%. Eles só sabem cobrar. Como é que eu vou ligar o meu? Não liguei ainda e não tem como ligar. A descarga não desce. A minha casa é depois desse esgoto que sempre vaza. Essa casa já está passando um trabalhão que é o mundo, porque a descarga não desce. Entope, começa a vazar, e a descarga do banheiro não desce, a água não desce. Como é que eu vou ligar o meu? Eles querem que ligue. Como é que vai fazer? Se tá funcionando tudo direitinho, aí tu liga nisso e fica essa tranqueira. Pensa na porquice que é essa Águas de Penha. Não tem Secretaria do Meio Ambiente na Penha? Porque isso é crime ambiental. A água do esgoto indo direto para o rio. É engraçado, se tu vai lá com um balde de casca de camarão para jogar no mar ou no rio, não pode, é crime. Mas eles podem meter esgoto no rio que não acontece nada. Tinha que denunciar isso para a Prefeitura. Tinha que avisar para a Ambiental, para eles virem aqui multar a Águas de Penha. Porque isso aqui é crime, estão jogando esgoto direto no rio. Todo mês vaza. E eles não pagam multa, não são multados. Tinha que avisar isso para o Luizinho, para a Prefeitura. Para eles fazerem alguma coisa. Tu liga lá pra Águas de Penha, eles vêm com um caminhão, lavam, puxam a água com o caminhão. Lavam e só escondem o crime. Isso é um crime ambiental”, disse ele ao Penha Online.
.
O problema é recorrente e já foi trazido aqui no Penha Online em outras ocasiões. Moradores cobram providências da empresa responsável e das autoridades municipais para que a fiscalização seja reforçada e o vazamento seja definitivamente solucionado. Confira imagens no vídeo abaixo.
.

