[VÍDEO] Empresa investigada por estelionato descumpre ordem judicial e diretor executivo é conduzido à delegacia
Um diretor executivo da empresa Onda Segura foi conduzido à Delegacia por policiais civis de Navegantes. Ocorre que, a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Navegantes, cumpriu, no dia 18 de dezembro de 2025, mandados de busca e apreensão, prisão preventiva, suspensão de atividade econômica e bloqueio de valores contra integrantes de uma associação criminosa investigada pelos crimes de estelionato e apropriação indébita.
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Mesmo cientes da decisão judicial que determinava a suspensão das atividades, os investigados mantiveram o funcionamento da empresa, inclusive com a divulgação de serviços nas redes sociais. Agora, uma equipe da Polícia Civil realizou diligência no local e constatou que a empresa seguia em pleno funcionamento. Diante do descumprimento da ordem judicial, a pessoa que se apresentou como diretor executivo foi conduzida à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado procedimento pelo crime de desobediência. Na mesma ação, o acesso ao estabelecimento foi lacrado. A Polícia Civil reforça que informações podem ser repassadas pelo telefone 181, com total garantia de anonimato.
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Em nota, a empresa fez a seguinte manifestação: “A Onda informa que, no dia 12 de janeiro de 2026, a Polícia Civil cumpriu ordem judicial em sua sede, em Navegantes (SC), determinando a suspensão de suas atividades. A decisão se baseia em interpretação equivocada de que a empresa estaria irregular perante a Susep. A Onda não exerce atividades de seguradora, mas sim de garantidora de crédito, não estando sujeita à supervisão do órgão, atuando de forma idêntica a outros players do mercado. O CEO da Onda prestou esclarecimentos e foi liberado, reforçando que a empresa não foi formalmente comunicada sobre qualquer necessidade de paralisação. Neste momento, todas as medidas judiciais cabíveis estão sendo adotadas para reverter a decisão. Até nova deliberação da Justiça, a empresa cumprirá integralmente a determinação judicial. Enquanto impedida de operar, a Onda não poderá arcar com compromissos financeiros, o que afeta cerca de 200 colaboradores e centenas de clientes. É importante esclarecer que a Onda foi constituída em 2019 e, ao longo de sete anos, jamais apresentou problemas financeiros, tendo histórico muito exitoso em todos os sentidos. Em todo esse período, ninguém jamais cogitou que a atividade da empresa fosse irregular, pois de fato não é. Por fim, a Onda lamenta profundamente os transtornos causados, confia na Justiça e acredita que em breve tudo será esclarecido para que possa retomar suas atividades e cumprir com suas responsabilidades”. Confira imagens no vídeo abaixo.
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Imagem: PCSC

