Servidor da Câmara de Vereadores de Penha calunia Penha Online em claro ataque à liberdade de imprensa
Na noite deste sábado (14), o Penha Online trouxe a público informações sobre servidores da Câmara de Vereadores de Penha que estariam realizando compras no Paraguai, em horário em que deveriam estar em curso na cidade de Foz do Iguaçu/PR.
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Minutos depois, o assunto começou a repercutir nas redes sociais do Penha Online e em grupos de WhatsApp, constituídos por moradores da cidade. Em um deles, no grupo “Comunidade Gravatá”, Fabrício de Liz, servidor da Câmara, passou a discutir com moradores e chegou ao ponto de acusar o portal Penha Online de ter sido pago para a produção da notícia, cometendo uma afronta direta à liberdade de imprensa, mediante afirmação caluniosa.
“A matéria é sensacionalista omite fato foi muito bem encomendada”, disse o servidor. A acusação foi acompanhada de um emoji, no caso, um saco de dinheiro. Cabe lembrar que a matéria deu direito ao contraponto à Câmara.
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Fabrício (que é chefe de gabinete e braço direto do presidente da Câmara, Luciano de Jesus) sabe, porém, que o Penha Online não faz qualquer tipo de negociata com suas matérias: recentemente, no mês de janeiro, o portal recusou a oferta de credenciamento de imprensa, o que renderia pagamentos mensais para que o Penha Online se tornasse “parceiro” da Câmara.
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O servidor cometeu o ato covarde e vil em um grupo com pouco mais de 200 pessoas, numa tentativa de desqualificar o Penha Online, apenas por estar fazendo o seu trabalho de informar, especialmente através de uma matéria que falava sobre dinheiro público. A postura de Fabrício de Liz é incompatível com o espírito republicano e com o dever de transparência que deve nortear agentes públicos.
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A liberdade de imprensa é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal. O artigo 5º, inciso IX, estabelece que é livre a expressão da atividade intelectual e de comunicação, independentemente de censura ou licença.
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Insinuações sem provas contra veículos de comunicação, especialmente quando partem de agentes vinculados ao poder público, representam não apenas um ataque à imprensa, mas também uma tentativa de constranger o exercício legítimo do jornalismo.
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O Penha Online levou o caso à Câmara às 11:50h deste domingo (15), em busca de respostas sobre as medidas adotadas contra o servidor em questão. O espaço segue em aberto para o contraponto oficial da Casa do Povo.

