“Gangue do caramelo” ataca em praia de Penha e visitante chama atenção para perigo
A presença de cães soltos na Praia do Quilombo, em Penha, voltou a gerar preocupação entre frequentadores. Uma visitante relatou ter sido cercada por um grupo de animais durante caminhada. Ao menos cinco cães se aproximaram de forma agressiva, sendo um deles de maior porte. A mulher afirma que precisou reagir para evitar o ataque. “Fui caminhar na Praia do Quilombo, veio 5 cachorros, tem um bem maior, veio pra me atacar… joguei areia neles… esse da foto é bem abusado e veio me enfrentando! Deu muito medo!”, relatou a denunciante ao Penha Online. A preocupação é compartilhada por moradores, que cobram ações para tornar os espaços públicos mais seguros para visitantes e a comunidade local.
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A situação já deixou de ser um episódio isolado e passou a representar um risco recorrente a quem utiliza a faixa de areia para lazer, caminhada e prática de exercícios. Diante de relatos como esse, cresce a cobrança para que o poder público adote medidas efetivas e permanentes, em vez de apenas atuar de forma pontual quando novos casos vêm à tona. A principal reivindicação é por uma atuação coordenada entre os setores responsáveis, com identificação dos animais em situação de rua, avaliação veterinária, castração e encaminhamento para adoção responsável, sempre que possível. Em casos de cães com comportamento agressivo, especialistas e protetores alertam que o manejo precisa ser feito com cautela, evitando tanto o abandono quanto a permanência desses animais em áreas de grande circulação de pessoas.
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Além disso, moradores defendem campanhas de conscientização voltadas aos tutores, para reforçar que animal solto em espaço público expõe visitantes a sustos, ataques e acidentes. A instalação de placas de orientação, ações de fiscalização e canais para denúncia também são apontados como medidas importantes para reduzir o problema e dar resposta mais rápida à comunidade. A recorrência desse tipo de situação evidencia a necessidade de um plano mais amplo, que una bem-estar animal e segurança pública. Sem isso, a Praia do Quilombo e outros pontos de circulação intensa seguem sujeitos a episódios de medo e insegurança, prejudicando moradores, turistas e a imagem da cidade.

