Aluna é agredida com mata-leão, socos e mordidas dentro de escola e mãe cobra providências para transferência


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Uma aluna da Escola Professora Felicidade Pinto Figueredo, em Balneário Piçarras, foi agredida por outra estudante durante a chegada à unidade escolar. Segundo a mãe, a filha sofreu um golpe de mata-leão, socos e mordidas e precisou de atendimento médico após o episódio. A agressão aconteceu por volta das 7:10h. A vítima teria sido surpreendida pela outra aluna enquanto caminhava pela escola. Colegas que presenciaram a situação chamaram um orientador, que interveio e conseguiu interromper as agressões.
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A mãe afirma que foi comunicada pela escola apenas por volta das 8:00h e que recebeu inicialmente a informação de que a filha havia se envolvido em uma briga. Ao chegar à unidade, percebeu que a menina apresentava ferimentos na orelha, na cabeça e no pescoço. “Eu saindo, olhei a orelha dela toda machucada, mordida, toda roxa. Aí fui olhar a cabeça, o pescoço, tudo mais. Eu chamei a polícia. A polícia veio, eu fiz o boletim de ocorrência. Foi chamada uma ambulância, os bombeiros também para fazer os primeiros socorros. Só que eu pedi a mudança de escola, porque não tem nem como ela estudar junto com a outra aluna. Isso foi uma semana antes de eles entrarem de férias. Ela está, desde então, fora da escola. O Conselho Tutelar me procurou, falou que ia ver, que eles não podiam intervir em nada. Falei com a escola, falei com o Conselho, inclusive mandei uma mensagem para o telefone particular da Blaiser e até agora não obtive resposta, entende? Só que a minha filha precisa estudar, a minha filha precisa voltar a estudar, mas não naquele colégio”, disse a mãe ao Piçarras Online.
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Além da transferência, a mãe questiona o horário de chegada dos estudantes que utilizam o transporte escolar. Segundo ela, alunos que moram no Itacolomi embarcam por volta das 6:30h e chegam à escola entre 6:50h e 7:00h, embora as atividades escolares comecem às 7:30h. Ela relata que, nesse intervalo, há poucos profissionais na unidade para acompanhar os estudantes e considera que a situação merece atenção, especialmente diante do episódio de agressão.
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A mãe cobra uma solução para que a filha possa retornar às aulas com segurança e afirma que não pretende enviá-la novamente para a unidade onde ocorreu o episódio. O Piçarras Online buscou o contraponto da Prefeitura durante a tarde; a Comunicação recebeu a demanda, mas não teve resposta oficial até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.