[VÍDEO] Andarilhos viram alvo de novas reclamações em Penha


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A presença de pessoas em situação de rua nas proximidades da Unidade de Saúde da Armação, em Penha, voltou a gerar reclamações de moradores. Segundo o denunciante, cerca de quatro pessoas estariam pernoitando no local, onde também são registrados episódios de urina, fezes e mau cheiro. O tema já havia sido abordado pelo Penha Online no último sábado, quando uma denúncia apontou que pessoas em situação de rua estariam utilizando a unidade como abrigo.
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Agora, o morador afirma que a situação teria se agravado e que a Polícia Militar chegou a ser acionada após um desentendimento no local. No entanto, a equipe informou que não poderia atuar porque a situação não configuraria crime. “Eu acho que a única forma de resolver nosso problema é a publicidade. Estamos com problemas ali no posto Unidade de Saúde da Armação, na Penha. Moradores de rua estão tomando conta ali da Unidade de Saúde, defecando, um mau cheiro, pessoas desconhecidas, agressivas. Até hoje, por sinal, foi exaltado o clima. Foi acionada a Polícia Militar, que nada pode fazer, porque é um caso de Assistência Social, que nós não temos na cidade pelo jeito. Porque tanto a PM quanto a gente, como morador, e a própria secretária de Saúde ali que estava na secretaria de Saúde, no posto da Unidade de Saúde, tentou ligar, não conseguimos contato. Então tem uma situação bem precária, com quatro, cinco moradores pernoitando ali na frente da unidade. Um cheiro insuportável de urina e fezes, realmente largado, pior que um hospital abandonado”, relatou o denunciante ao Penha Online.
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O morador também demonstrou preocupação com a segurança das mulheres que frequentam a unidade e cobrou uma atuação do poder público para lidar com a situação. “A gente que vê cara não vê coração. Muitos defendem os moradores de rua, mas quem vê cara não vê coração, não sabe a pessoa que está ali. Amanhã ou depois acontece uma criminalidade ou uma coisa mais grave. É evitar o choro, não é sofrer por antecedência, mas dar destino. Porque foi acionada a Polícia, não teve o que fazer. A guarnição militar não teve o que fazer porque não é um crime, mas não temos assessoria nem do prefeito e nem da assistente social na comunidade. A assistente social foi procurada por cinco moradores e nenhum deles conseguiu entrar em contato. Então a gente precisa ter esse respaldo do prefeito”, disse.
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Os moradores cobram que a Prefeitura de Penha e os setores responsáveis pela assistência social adotem medidas para atender as pessoas em situação de rua e, ao mesmo tempo, garantir condições adequadas de segurança e higiene para pacientes e funcionários da Unidade de Saúde da Armação. Confira imagens no vídeo abaixo.
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Imagem: Penha Online / arquivo / ilustrativa