Pacientes de UBS de Penha relatam demora no atendimento médico
Pacientes que buscaram atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Mariscal, em Penha, na manhã da quarta-feira (5), relataram demora significativa para consulta médica. Entre os relatos, há queixas sobre tempo de espera, falta de informações claras e casos de pessoas com ferimentos que não teriam sido atendidas com a urgência necessária.
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A denúncia foi feita por um morador ao Penha Online, que relatou: “Estou aqui na Unidade Básica de Saúde do Mariscal. Queria registrar o descaso que está havendo com a população aqui hoje. Vim aqui às 10:35h da manhã, passei pela triagem às 11:40h, me mandaram retornar às 13h: Cheguei aqui às 12:30h e tem gente que chegou antes de mim e ainda não foi atendido até o momento. Tem uma senhora com o braço machucado que já estava aqui antes de eu chegar, e até agora não vi ela sendo atendida. O posto está cheio com gestantes e crianças de colo e, mesmo assim, a demora no atendimento médico persiste. Tudo bem, segundo a moça da recepção disse que a médica estava em horário de almoço e retornou às atividades agora. Muita coisa errada. Essa senhora falei com ela, que já estava aqui antes de mim, disse que até o momento só passou pela triagem e aguarda a médica chamar. Segundo a informação que me passaram, é a médica que deveria estar atendendo aqui hoje, porém até o momento nada”.
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O Penha Online indagou a prefeitura sobre o caso e alguns minutos depois, o paciente voltou a entrar em contato, afirmando que foi chamado para o atendimento, mas outras pessoas seguiam aguardando: “Graças a Deus começou a atender. Acabei de ser chamado. Mas a senhora que chegou antes de mim ainda está aqui aguardando. Ela sofreu um acidente de moto, está com o cotovelo com ferimento aberto e com o braço inchado. Segundo ela, se ela soubesse que iria demorar tanto o atendimento ela teria ido direto ao Marieta. E eu continuo esperando para tomar duas vacinas e ir pra casa”.
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A demora no atendimento tem se repetido em unidades de saúde de Penha e gerado transtornos entre os pacientes, que relatam esperar por longas horas para receber atendimento. Moradores pedem mais organização e sensibilidade no serviço, especialmente em casos que envolvem dor, urgência e fragilidade.

