Pacientes diabéticos de Penha solicitam ajuste na legislação por prioridade no atendimento em laboratórios


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Pacientes com diabetes em Penha estão solicitando à Câmara de Vereadores a criação de uma lei que garanta prioridade no atendimento em exames laboratoriais que exigem jejum. A cobrança surge após a aprovação de uma medida semelhante no município de Brusque.
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A proposta busca evitar longos períodos de espera em jejum, situação que pode trazer riscos à saúde de pessoas com diabetes, como episódios de hipoglicemia.
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“Isso é uma excelente ideia para a Câmara de Vereadores. Eu passei por isso, porque a pessoa com diabete não pode ficar muito tempo sem comer algo. 10 ou 12 horas de jejum para o exame já é tortura para diabético. Aí chega no laboratório, tem 30 pessoas na frente e ainda com esse número tem que ficar em pé, um absurdo. Talvez para quem está bem de saúde não seja nada difícil, mas já pensou ficar 12 horas de jejum, chegar no laboratório e ter que ficar mais uma hora e pouco em pé. Fui fazer o exame pré-diabético, deu 119, comecei a passar mal, tive que quebrar o jejum de 12 horas, sorte que tinha um mercadinho ao lado. Depois de 12 horas sem comer, cheguei para o exame 8:20h e saí 10:15h, um absurdo”, relatou um leitor do Penha Online.
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Em Brusque, a Câmara aprovou um projeto de lei que garante prioridade para pessoas com diabetes tipo 1 e 2 em exames que exigem jejum, tanto na rede pública quanto privada. A justificativa é reduzir riscos à saúde e oferecer mais conforto durante o atendimento.
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Moradores de Penha defendem que a medida também seja adotada no município, como forma de garantir mais segurança e dignidade aos pacientes que dependem desse tipo de exame.

 

 

Imagem: Ministério da Saúde / Divulgação