Paciente de Unidade Básica de Saúde em Penha questiona mudanças constantes no método do atendimento
Uma paciente da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santa Lídia, em Penha, questiona as mudanças frequentes nas regras de atendimento para renovação de receitas médicas. Segundo ela, a falta de padronização tem dificultado o acesso aos medicamentos de uso contínuo. A denunciante afirma que procurou a unidade para renovar uma receita de medicamento controlado, mas foi informada de que precisaria agendar uma consulta, mesmo relatando que ficaria sem a medicação antes da data disponível.
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“Eu queria fazer uma denúncia aqui do postinho da Santa Lídia. É sempre a mesma palhaçada, todo mês eles trocam o modo de como vão trabalhar. Eu vim aqui agora pra pegar minha receita, que é controlada. ‘Ah, porque tu não se liga que o teu remédio vai acabar? Por que tu não vem antes?’ Eu falei: ‘Meu remédio vai acabar na semana que vem’. Terça é o dia da saúde mental. Só que na próxima terça eu não posso vir pra renovar minha receita porque não tem vaga. Se terça é o dia da saúde mental, por que eu não posso vir? Não, é uma palhaçada. ‘Ah, porque tem um aviso na porta.’ Eu falei: ‘Mas tem um aviso e eu não moro no postinho pra estar vendo aviso’. Todo mês eles mudam o método de trabalhar. ‘Ah, porque tem que deixar agendado.’ Aí eu não tenho remédio e eles querem que eu agende pra daqui 15 dias. Tá entendendo? Cara, é um postinho, meu Deus do céu, bagunçado, bagunçado. Não tem ninguém dentro do postinho, o médico não pode renovar uma receita. Pra renovar uma receita tu tem que consultar todo mês. Sem condições”, relatou a denunciante ao Penha Online.
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A paciente pede que a Secretaria Municipal de Saúde esclareça quais são os critérios adotados para a renovação de receitas de medicamentos controlados na unidade e que o atendimento seja organizado de forma mais clara e eficiente, evitando transtornos para pacientes que dependem do uso contínuo desses medicamentos.
Imagem: Penha Online / arquivo / ilustrativa

